Roberto Carlos e Ivete Sangalo

sábado, 7 de agosto de 2010

Viva!


Viva...
Viva intensamente cada minuto de sua vida;
Viva sem receio, Sem temor
E sem preocupação;
Viva sem medo de ser feliz!
Aventure-se...Ouse...Arrisque...
Descubra a magia que existe dentro de você;
Descubra-se!
Não se prenda a detalhes,
Etiquetas, Tabus e preconceitos;
Seja livre...Seja você...Seja valente!
Liberte-se das algemas impostas
por uma sociedade medíocre e doutrinaria.
Quem disse que para sermos felizes,
temos que seguir padrões estabelecidos?
Invente seu jogo, tente, jogue;
Mostre a sua capacidade...
Mostre do que você é capaz!
Experimente novas aventuras,
experimente novas emoções,
Experimente algo diferente e sinta
a adrenalina tomando conta do corpo;
Experimente viver...
E não se arrependa dos momentos vividos...
Se arrependa apenas do que você não viveu,
não sentiu, não tentou e não experimentou;
Simplesmente viva...
Viva sem medo de ser feliz!

-Luiz Garutuba-

Sonhαr é preciso!


Sonhαr é preciso

Sonhαr é sαir pelα jαnelα dα liberdαde,
é vαgueαr pelos cαminhos
proibidos ou não.
É, sem ter um rumo quαlquer,
ter um αlvo α perseguir:
α felicidαde.

Sonhαr é não limitαr-se α limites
sejαm eles quαis forem,
impostos ou não.
É fαzer do impossível o possível
quαndo e como quiser o corαção.

Sonhαr é viver o pαssαdo no futuro
e o futuro no presente.
É ter o se quer
e αfαstαr o que não se deseja
É despertαr dentro de si
αquele ser criαnçα.
É αlmejαr α vidα...

Prα sonhαr não é preciso
ter pαssαdo, nem presente,
nem culturα, nem riquezαs...
Prα sonhαr não precisα fαzer pαrte
de umα clαsse sociαl
de umα fαixα etάriα
ou de quαlquer coisα que sepαre
um ser humαno do seu semelhαnte

É preciso αpenαs ter esperαnçα
pois sem esperαnçα ninguém vive
e sonhαr é viver...

Sonhαr não é direcionαr os pensαmentos
αo que pode ser reαl
Mαs sim tornαr reαl,
mesmo que αpenαs nα mente,
o possível e o impossível,
o reαl e o αbstrαto
o tudo e o nαdα

Num tempo e num lugαr
α serem definidos
αo belprαzer de quem sonhα...

Sonhαr é dαr α própriα vidα
α um sentimento de bem-estαr
e, sem restrições,
entregαr αo corαção αs rédeαs dα rαzão
É viver com quem se αmα
sentindo-se αmαdo.

Sonhαr é sαir...
É vαgueαr...
É não ter rumo.
É ter um αlvo.
É não limitαr-se.
É fαzer...
É sentir...
É αmαr...
É ser αmαdo...
É ter esperαnçα...
É viver!

Sonhαr é preciso!

αutoriα Telmo

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Um amor!


Não estou à busca de um amor
que exista fora de mim,
que se dirija a quem quer que seja.
Não busco um amor que me possua,
que me enlouqueça,
um amor que deseja.
Busco algo bem mais simples,
mais tranqüilo, mais terreno,
busco apenas um amor que seja.
Algo que tenha muito de sereno,
de gota de orvalho na manhã que se enseja.
Busco, antes de tudo,
um amor pelo que eu sou,e,
que me amando, permita que eu me seja,
que me saiba e me aceite,
e que isso não lhe tire a paz, nem incomode.
O amor que eu busco
não está em ninguém,
também não está em lugar nenhum.
Vou construindo este amor dentro de mim,
me amando assim, confusa,
com janelas às vezes escancaradas,
luminosidade profusa...
outras vezes cheia de cantos escuros,
onde nem eu mesma sei o que há.
O amor que eu busco e estou a construir
é um amor que ninguém pode me dar.
É uma construção solitária de mim mesma,
um derrubar velhos muros, erguer novos aposentos,
abrir janelas em paredes,
portas para novos momentos,
abrir espaços exclusivos para paz e serenidade,
e por que não?
Um pouco de egoísmo,
que é como chamam aos que a si se amam,
um não viver ora no vale,
ora no abismo...
Não me interessam grandes emoções e sobressaltos,
nada quero com o amor que nos toma de assalto,
que nos põe esfacelados, catacando cacos da gente.
Nada quero com algo que me possua,
tudo que quero é um amor que me permita
ser minha própria dona, senhora.
Não quero amor de sonho, de poesia, pra voar.
Quero um amor terreno, chão, onde eu possa pisar
caminhar a passos seguros, tranqüilos.
Quero paz, quero viver com os pés na terra
sem sonhar com aquilo que nem sei se existe.
Este amor existe e eu sei onde ele está.
Dentro de mim, diante de mim, da vontade de ser
aquela que sou, sem explicar.
.
Débora Cristina Denadai

domingo, 1 de agosto de 2010

Simples assim!


Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755),
o Rei perguntou ao General o que
se havia de fazer.
Ele respondeu ao Rei:
'Sepultar os mortos,
cuidar dos vivos e fechar os portos'.

Essa resposta simples,
franca e direta tem muito
a nos ensinar.

Muitas vezes temos em nossa vida
'terremotos' avassaladores,
o que fazer?
Exatamente o que disse o General:
'Sepultar os mortos,
cuidar dos vivos e fechar os portos'.

E o que isso quer dizer para a nossa vida?

Sepultar os mortos significa que não adianta
ficar reclamando e chorando o passado.
É preciso 'sepultar' o passado.
Colocá-lo debaixo da terra.
Isso significa 'esquecer' o passado.
Enterrar os mortos.

Cuidar dos vivos significa que,
depois de enterrar o passado,
em seguida temos que cuidar do presente.
Cuidar do que ficou vivo.
Cuidar do que sobrou.
Cuidar do que realmente existe.

Fazer o que tiver que ser feito para
salvar o que restou do terremoto.

Fechar os portos significa não deixar as
'portas' abertas para que novos
problemas possam surgir ou
'vir de fora' enquanto estamos
cuidando e salvando o que restou
do terremoto de nossa vida.
Significa concentrar-se na reconstrução,
no novo.

É assim que a história nos ensina.
Por isso a história é 'a mestra da vida'.
Portanto,
quando você enfrentar algum "terremoto",
não se esqueça:
enterre os mortos,
cuide dos vivos e feche os portos.